| Mortal: | Onde você mora? |
| Eu: | Em Nárnia! |
| Mortal: | Onde cursou a escola? |
| Eu: | Em Hogwarts! |
| Mortal: | Onde você costuma a passar seu tempo livre? |
| Eu: | No acampamento meio-sangue! |
| Mortal: | Qual seu maior desejo? |
| Eu: | Encontrar as 39 pistas dos clãs dos Cahill! |
| Mortal: | E sua família? Tem status? |
| Eu: | Pertenço a família dos Kane e meu parentesco é divino! |
| Mortal: | Hahahaha quanta imaginação! Sinto muito mas esse trabalho não é para pessoas como você, muito infantis... |
| Eu: | ..... |
| Mortal: | ...... |
| Policial: | então ele pegou fogo e você tentou apagar com gasolina? |
| Eu: | Exatamente! |
(Source: resigno)
O que sempre se falou dos brasileiros? Pobres, mas criativos. Os reis do “jeitinho”. A criatividade e o “jeitinho” saíram às ruas, viraram cartazes, vozes, passos largos por avenidas cheias de prédios, carros e lojas, mas vazias, até então, de ideias.
O brasileiro, sempre criativo, saiu dos facebook, e essa foi uma das criatividades mais elogiadas. O brasileiro, “pobre, mas alegre”, fez contas e contas para entender até onde se vai vinte centavos. O brasileiro, “alienado, mas bom de samba”, soube usar a música da vez e pedir: “vem pra rua, vem”. O brasileiro, “ruim de educação, mas bom de futebol”, resolveu fazer o mais belo gol. Os tais vinte centavos foram apenas o passe perfeito, o cruzamento que faltava alguém acertar. E se fez o gol… E vai se fazendo uma goleada de 15, 30, 100 mil pessoas. Esses 100 mil sabem quem os representa, mas sabem mais ainda quem não os representa.
O brasileiro, criativo que só ele, reinventou sua bandeira e entendeu que “progresso” é muito mais do que uma palavra bordada. Aprendeu que o hino é para ser praticado muito mais do que simplesmente cantado. O brasileiro, “burrinho, mas simpático”, resolveu pedir educação, saúde, segurança e até vem entendendo de inflação.
O Brasil, país feito para turista ver, tem um novo carnaval, e ele cheia a vinagre com muito orgulho.
"(Source: camilacosta)
(Source: abobora-de-menta)